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Segurança para autoridades brasileiras no exterior


Para ministros, governadores, parlamentares, dirigentes partidários e as comitivas que viajam com eles: precursora, coordenação com a embaixada, motoristas de segurança e uma equipe discreta, em Nova York, Washington, na Europa e no Golfo.
Precursora
Antes de a comitiva pousar
1
Coordenador para a viagem inteira
NDA
Cada agente, cada viagem
Apartidário
A mesma discrição para todos
Leia isto primeiro

A segurança oficial protege o chefe de Estado. Raramente protege todos os outros.

O Presidente da República viaja com o GSI e com a proteção que o país anfitrião oferece a chefes de Estado. Um ministro, um governador, um senador ou um dirigente partidário, em geral, não. Nem a comitiva, nem a família que viaja junto, nem a parte privada da agenda. É aí que os incidentes acontecem: no saguão do aeroporto, no lobby do hotel, no restaurante, no protesto na porta do evento, no celular filmando a um palmo de distância.

A Algoz planeja a viagem como um deslocamento protegido. Trabalhamos ao lado da segurança oficial quando ela existe, nunca no lugar dela, e cobrimos o que ela não cobre.

  • Precursora na cidade antes da chegada: rotas, hotel, locais, hospitais e alternativas
  • Avaliação de risco que inclui protestos, a comunidade brasileira local e as redes sociais
  • Coordenação com a embaixada ou o consulado e, quando cabível, com as autoridades locais
  • Agentes licenciados no país e motoristas treinados; escolta armada só onde a lei permite
  • Família e agenda privada protegidas com o mesmo cuidado do programa oficial
  • Sem nomes, sem fotos, sem publicações: NDA para cada agente e motorista
Respostas diretas

O que os gabinetes perguntam primeiro.

Segurança oficial

A Algoz substitui a segurança oficial?

Não. Quando um chefe de Estado viaja com o seu próprio serviço, ou o país anfitrião oferece proteção, trabalhamos ao lado dela e assumimos o que ela não cobre: a comitiva ampliada, a família, a agenda privada, os veículos e a logística.

Legalidade

Quem executa o serviço

Agentes licenciados em cada país, sob a nossa coordenação e o nosso padrão. Escolta armada só onde a lei local permite, com pelo menos 30 dias para a autorização, que pode ser negada.

Política

Vocês têm lado?

Não. Protegemos autoridades de todos os partidos com a mesma discrição e nunca comentamos nenhum cliente, atual ou antigo.

Prazo

Com quanta antecedência

Pedimos pelo menos sete dias. As semanas de cúpula em Nova York, Washington, Davos e Paris lotam cedo; avise assim que a viagem for confirmada. Menos de 48 horas tem taxa de urgência e não é garantido.

Custo

Como é calculado

Pela agenda: agentes, motoristas, veículos, dias de precursora. Um agente parte de 850 euros por dia na Europa (950 na França, Itália, Espanha e Portugal) e de 900 dólares nos Estados Unidos e no Golfo.

Sigilo

Quem fica sabendo

O chefe de gabinete, o assessor ou o cerimonial que você indicar. Nada por escrito leva o nome da autoridade quando não é necessário.

O que oferecemos

A viagem protegida, da primeira reunião ao voo de volta.

Precursora

Precursora e avaliação de risco

Um agente na cidade antes da comitiva: rotas, hotéis, locais, hospitais e o calendário de manifestações, com um plano por escrito.

Deslocamentos

Motoristas de segurança e veículos

Motoristas treinados, os veículos certos para a cidade, blindados quando o risco e a lei pedem, cronometrados com a agenda.

Equipe

Agentes de segurança pessoal

Um agente para um ministro em visita de trabalho, uma equipe para uma comitiva, dimensionada pelo risco e não pela aparência.

Locais

Hotel e suíte

Andar e suíte combinados com o hotel, varredura técnica da suíte e das salas de reunião quando a agenda é sensível.

Família

Familiares e agenda privada

O programa do cônjuge, o dia dos filhos, o jantar privado: protegidos com o mesmo cuidado da reunião oficial.

Coordenação

Embaixada e autoridades locais

Coordenação com a embaixada ou o consulado, com a segurança do local e, quando cabível, com as autoridades do país.

01 —

Ministros, governadores e parlamentares: o espaço entre o oficial e o privado

A maioria das autoridades que viaja ao exterior não tem uma equipe de proteção completa. Desembarca no terminal comercial, atravessa um saguão cheio de brasileiros com o celular na mão e se hospeda em hotéis cujo lobby é público. Num momento político polarizado, um encontro hostil no aeroporto ou no restaurante é filmado e publicado em minutos, e isso já aconteceu com autoridades brasileiras e de outros países, como é de conhecimento público. Nós fechamos esse espaço: um agente e um motorista que recebem a autoridade na aeronave, um percurso combinado dentro do aeroporto, um acordo com o hotel que evita o lobby e uma agenda planejada para que os momentos previsíveis não sejam os expostos.

Segurança em Brasília
02 —

Semanas de cúpula: Nova York em setembro, Davos em janeiro, Washington em abril e outubro

Na abertura da Assembleia Geral da ONU o Brasil é, por tradição, o primeiro país a discursar, e Nova York inteira se fecha em volta da semana de alto nível. O Fórum Econômico Mundial em Davos, as reuniões do FMI e do Banco Mundial em Washington e as cúpulas do clima lotam todos os hotéis, todos os carros e todas as ruas ao mesmo tempo, com interdições sem aviso. Comitivas que chegam sem plano perdem horas no trânsito e ficam em filas ao lado da imprensa. Planejamos as semanas de cúpula com meses de antecedência: hotel perto do local, carros reservados cedo, motoristas que conhecem as interdições e um agente que percorre o local antes da comitiva.

Segurança em Nova York
03 —

Ao lado da segurança oficial

Quando um chefe de Estado ou um ministro de primeiro escalão viaja com proteção oficial, essa equipe protege o titular e o país anfitrião protege a visita. Todos os demais, assessores, família, comitiva empresarial, jornalistas que acompanham a viagem, ficam fora dessa cobertura. Coordenamos com a equipe oficial por meio do chefe de gabinete ou do cerimonial e assumimos o que ela nos repassa: os veículos da comitiva ampliada, o programa da família, os andares do hotel, a agenda privada depois do fim do dia oficial. Nunca competimos com a segurança oficial e nunca agimos sem o conhecimento dela.

Segurança em Washington
04 —

O sigilo é o serviço

Para uma autoridade pública, um vazamento custa mais do que quase qualquer incidente. Nossos agentes e motoristas assinam NDA em cada viagem, não usam celular pessoal em serviço quando o cliente prefere, nunca publicam, nunca fotografam e nunca comentam um cliente, atual ou antigo, com ninguém. A agenda circula por mensagem criptografada só para quem precisa dela. Não revelamos clientes e nunca revelaremos: é exatamente esse o ponto da disciplina.

Varredura de suítes e salas de reunião
Como funciona

Da viagem confirmada ao voo de volta.

Etapa 01

O briefing

Cidades, datas, tamanho da comitiva e a segurança oficial já prevista, pelo chefe de gabinete ou pelo cerimonial.

Etapa 02

O plano

Um plano por escrito e um valor: agentes, motoristas, veículos, dias de precursora e o que assumimos da segurança oficial.

Etapa 03

Precursora

Um agente na cidade antes da chegada: rotas, hotel, locais, hospitais e manifestações verificados no terreno.

Etapa 04

A viagem

Recepção na aeronave, cada deslocamento cronometrado, família e agenda privada cobertas, um coordenador do início ao fim.

Excelência, entregue com discrição

“A melhor viagem oficial é aquela de que ninguém fora da comitiva se lembra.”

Algoz Group
Investimento indicativo

Quanto custa a segurança de uma viagem oficial.

Cada viagem é cotada pela agenda: número de agentes e motoristas, veículos, dias de precursora e cidades. A visita de trabalho de dois dias de um ministro e a semana de cúpula de uma comitiva são valores diferentes, ambos confirmados por escrito antes de qualquer reserva.

Um agente de segurança pessoal parte de 850 euros por dia na Europa, 950 euros na França, Itália, Espanha e Portugal, e de 900 dólares por dia nos Estados Unidos e no Golfo, com cobertura de doze horas. A escolta armada, onde a lei permite, fica acima da base e exige pelo menos 30 dias para a autorização. Menos de 48 horas de antecedência tem taxa de urgência e não é garantido.

Autoridades e comitivas

Envie as cidades, as datas e o tamanho da comitiva.

Pelo chefe de gabinete, pelo cerimonial ou pela própria autoridade. Respondemos com um plano e um valor em até 24 horas; membros e clientes conhecidos, antes. Sigilo desde a primeira mensagem, em português.

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Onde atuamos

As capitais e as cidades de cúpula para onde as autoridades viajam.

Nova York e Washington, Miami, Lisboa, Paris, Londres, Roma e o Vaticano, Madri, Genebra e Davos, Bruxelas, Dubai e Abu Dhabi, e as cidades que recebem as cúpulas do ano. Outros destinos sob consulta, coordenados por uma só mesa.

Aviso Legal Importante — Segurança e Proteção Próxima

A Algoz FZ-LLC (Licença Comercial 5033995 | TRN 105119056700001) é licenciada pela RAKEZ para Serviços de Negócios e Consultoria em Desenvolvimento de Estilo de Vida. Os serviços operacionais, como a segurança, o transporte e o concierge, são prestados por meio de parceiros especializados, verificados e licenciados, que a Algoz seleciona, contrata e supervisiona. Toda a execução operacional é realizada exclusivamente por parceiros terceiros licenciados que possuem as autorizações locais necessárias. Prestamos assistência e apoio diretos em parceria com prestadores locais regulamentados, em conformidade com as leis locais. Os clientes são responsáveis por obter quaisquer aprovações exigidas. Os serviços armados exigem um prazo mínimo de 30 dias para autorização, que pode ser recusada. Todas as atividades cumprem as leis dos Emirados Árabes Unidos e os regulamentos da RAKEZ.

Bom saber

Segurança para autoridades no exterior - Perguntas frequentes

A Algoz substitui a segurança oficial do Presidente da República?

Não. O Presidente viaja com o GSI e o país anfitrião protege as visitas oficiais. A Algoz trabalha ao lado dessa cobertura, por meio do chefe de gabinete ou do cerimonial, e assume o que ela não cobre: a comitiva ampliada, a família, os veículos e a agenda privada.

Quem usa este serviço?

Ministros, governadores, prefeitos, deputados e senadores, dirigentes partidários, candidatos, executivos de estatais e familiares de autoridades, em viagens ao exterior para visitas oficiais, cúpulas, reuniões com investidores ou por motivos pessoais.

Os agentes podem andar armados no exterior?

Só onde a lei local permite, por meio de parceiros licenciados, e com pelo menos 30 dias para a autorização, que pode ser negada. Na maioria das cidades europeias e em Nova York a segurança privada é desarmada por padrão, e uma equipe desarmada bem planejada é a resposta certa para a maioria das viagens oficiais.

Vocês coordenam com a embaixada e com as autoridades locais?

Sim. Coordenamos com a embaixada ou o consulado e com a segurança do local e, quando cabível e pelos canais oficiais, com as autoridades do país. Nunca agimos por fora de uma segurança oficial nem sem o conhecimento dela.

Como vocês lidam com protestos e encontros hostis?

Fazem parte da avaliação de risco. Verificamos o calendário de manifestações e as redes sociais em torno da visita, planejamos rotas e entradas que evitam a aglomeração previsível e preparamos o agente para desescalar. O objetivo é que a autoridade nunca esteja no lugar onde o confronto foi combinado.

Vocês têm lado político?

Não. Protegemos autoridades de todos os partidos com a mesma discrição e nunca comentamos nenhum cliente.

Com quanta antecedência preciso avisar?

Pedimos pelo menos sete dias, e mais nas semanas de cúpula, como a Assembleia Geral da ONU em setembro ou Davos em janeiro. Menos de 48 horas tem taxa de urgência e não é garantido. Escolta armada exige pelo menos 30 dias.

Quanto custa a segurança de uma viagem oficial?

É cotada pela agenda. Um agente parte de 850 euros por dia na Europa, 950 euros na França, Itália, Espanha e Portugal, e 900 dólares por dia nos Estados Unidos e no Golfo, com cobertura de doze horas. Motoristas, veículos e dias de precursora entram na cotação da viagem.

O atendimento é em português?

Sim. A coordenação é em português desde o primeiro contato, com o gabinete, o cerimonial ou a autoridade diretamente. Os agentes falam inglês e o idioma local, e incluímos intérprete quando a agenda exige.

Por que os clientes e seus assessores escolhem a Algoz

Uma só equipe verificada. Discrição total. No mundo inteiro.

A Algoz serve principais de grandes fortunas e suas famílias, casas reais e family offices, executivos e corporações, celebridades e figuras públicas - e os assistentes pessoais e executivos, chefes de gabinete e agências que organizam os serviços em seu nome. Coordenamos proteção pessoal, transporte executivo, concierge e eventos como um único serviço responsável.

A execução fica a cargo de especialistas credenciados e com licença local, coordenados e controlados pela Algoz sob NDA, com operadores multilíngues e operações 24/7. Atendimento em português, inglês, francês, italiano, espanhol, russo, árabe e chinês; aceitamos AED, USD, EUR, GBP e criptomoedas - feito para principais internacionais e para quem planeja por eles.