Gramado e a Serra Gaúcha
A Europa, escondida nas terras altas do Brasil.
A duas horas de Porto Alegre, a estrada sobe para um Brasil que a maioria dos visitantes nunca imagina: chalés alpinos e alamedas floridas, casas de chocolate e caves artesanais, hortênsias a debruar cada estrada e um inverno que sabe mesmo a inverno. Gramado e Canela foram erguidas por colonos alemães, italianos e portugueses, e são os seus descendentes que ainda hoje conduzem os vinhedos, as cozinhas e as festas. É o que a América do Sul tem de mais próximo de uma vila de montanha europeia, envolta em floresta de araucárias.
Para viajantes HNWI e UHNWI que querem um Brasil para lá das praias, esta é a viagem que mais vezes propomos. A Algoz organiza a Serra Gaúcha de ponta a ponta: resorts e villas escondidos na natureza, dias privados de vinho em Bento Gonçalves, imersão gaúcha completa, o Natal Luz visto dos melhores lugares e motoristas discretos, treinados em segurança, em cada estrada de montanha, tudo parte do nosso programa mais amplo para o Brasil.
Toda a serra, tratada.
Resorts e Villas
Propriedades de chalés, resorts com spa e villas privadas entre as araucárias, com pessoal e aprovisionadas antes da chegada.
Vale dos Vinhedos
Dias privados de cave em Bento Gonçalves e nos vales do vinho, com os enólogos à mesa.
Imersão Gaúcha
Churrasco assado à maneira tradicional, serões de dança num CTG, dias de estância e chimarrão partilhado ao pôr do sol.
Natal Luz e Festivais
Lugares VIP para o mais longo festival de Natal do mundo, o Festival de Cinema de Gramado e a Festa da Colônia.
Gastronomia
Casas de fondue e de galeto, ateliers de chocolate artesanal, trattorias de montanha e as melhores mesas da região, reservadas.
Passeios Privados
Motoristas treinados em segurança, rotas cénicas alinhadas com a luz e ligações de helicóptero a partir de Porto Alegre e Caxias do Sul.
Imersão completa na cultura gaúcha
O Rio Grande do Sul é a terra do gaúcho, e a cultura vive-se, não se encena. Organizamos dias em estâncias em funcionamento, onde o gado ainda se move a cavalo, churrasco preparado à moda antiga, peças inteiras em espetos de ferro sobre as brasas, cortadas diretamente para o seu prato, e serões num CTG tradicional onde dançarinos de bombacha rodopiam ao ritmo da gaita. Aprenda a preparar o chimarrão, o mate partilhado que aqui sela amizades, saia a cavalo com os peões ao amanhecer e perceba porque é que este estado se considera uma nação à parte.
Araucárias e o sabor do pinhão
O horizonte da Serra é desenhado pela araucária, o pinheiro-do-paraná de copa em guarda-chuva que quase não existe em mais nenhum lugar da Terra. No outono e no inverno, as suas pinhas libertam o pinhão, o grande fruto que a região cozinha com devoção: assado nas fogueiras dos encontros de montanha, envolvido com carne estufada na paçoca de pinhão, servido como entrevero fumegante nas panelas de rua em junho. Organizamos caminhadas na floresta entre gigantes centenários, colheitas privadas de pinhão em terras de família e mesas onde as primeiras pinhas da estação se tornam jantar.
Estações europeias, feitas para caminhar
Este é o raro canto do Brasil com quatro estações verdadeiras: avenidas em carmim e cobre no outono, geada e ocasionais flocos de neve em junho e julho, hortênsias a rebentar pela primavera. As cidades foram feitas para as percorrer a pé, a Rua Coberta e os passeios do lago em Gramado, as alamedas de pinheiros de Canela, ruelas de aldeia onde cada floreira é cuidada. Planeamos a estação à sua volta: suítes de lareira e serões de fondue no inverno, passeios de carro aberto entre as flores na primavera e fotógrafos nas manhãs tranquilas em que a luz está no seu melhor.
Raízes alemãs, italianas e portuguesas
A Serra Gaúcha foi povoada aldeia a aldeia: alemães na década de 1820, vénetos e trentinos na de 1870, portugueses desde sempre, e o mapa ainda se lê como a Europa, Nova Petrópolis, Garibaldi, Monte Belo do Sul. Casas de enxaimel erguem-se ao lado de cantinas italianas de pedra; o alemão ainda se fala à mesa das famílias, e o talian, o dialeto véneto, tem estatuto oficial em municípios inteiros. Abrimos as portas que os turistas nunca encontram: caves de família na quarta geração, almoços privados em casas coloniais, artesãos de aldeia e os lares onde as línguas antigas continuam vivas.
Resorts, hotéis e villas na natureza
Os melhores endereços da região escondem-se na floresta: propriedades de chalés à beira do lago, resorts com spa aninhados em vales de araucária e névoa, e villas privadas onde os únicos vizinhos são beija-flores. Nós encontramo-las e guarnecemo-las, chefs privados para o fondue e a época das trufas, equipas de spa na villa, amas e tutores para estadias mais longas, e reservamos as suítes que nunca chegam às plataformas de reservas: penthouses de lareira sobre o lago, pavilhões de jardim e os chalés que os hoteleiros da região guardam para quem conhecem.
As terras altas das hortênsias
Chamam-lhe a Região das Hortênsias: de novembro a março, hortênsias azuis e violetas debruam cada estrada, rodeiam cada praça e transbordam de cada cerca de quinta entre Gramado, Canela e Nova Petrópolis. A floração transforma todo o planalto num jardim, e nós planeamos em função dela: passeios de carro aberto pelos corredores floridos, piqueniques montados em jardins privados de hortênsias e manhãs de fotografia quando a névoa assenta baixa e o azul corre até ao horizonte.
Natal Luz e o calendário de festivais
Durante quase três meses por ano, Gramado encena o Natal Luz, o maior festival de Natal do mundo: desfiles iluminados, espetáculos no lago com orquestras e fogo de artifício e uma cidade inteira vestida de luz. Garantimos os melhores camarotes para os grandes espetáculos, acesso sem filas em todo o percurso e momentos privados, fora de horas, entre as instalações. Em agosto, o Festival de Cinema de Gramado traz as estrelas do cinema latino ao Palácio dos Festivais, e colocamo-lo nas estreias e nas festas; o calendário entre um e outro vai de feiras de chocolate a encontros de carros clássicos, e reservamos lugar em tudo.
Vales de vinho e as estradas entre eles
A uma hora de Gramado, Bento Gonçalves ancora o país do vinho brasileiro: o Vale dos Vinhedos, onde famílias de origem italiana produzem espumantes que já vencem casas europeias em provas cegas. Organizamos verticais privadas nas caves com os enólogos, almoços de vindima entre as vinhas e as estradas secundárias das aldeias de pedra do vale, Caminhos de Pedra, Rota Romântica, o comboio a vapor Maria Fumaça fretado em privado, de carro clássico, em comitiva de motas ou de helicóptero. A Serra recompensa quem vagueia; nós garantimos que o vaguear é impecável.
Festa da Colônia e as tradições vivas
Em cada outono, a Festa da Colônia de Gramado reúne as famílias agricultoras da região para celebrar o que as colónias continuam a fazer melhor: queijos e salames curados no ar da montanha, pães e compotas coloniais de qualidade notável, vinho pisado à moda antiga e danças folclóricas de três pátrias num só palco. Em Nova Petrópolis e pelas aldeias alemãs, a Oktoberfest chega com bandas de sopros e canecas erguidas pelos próprios descendentes dos colonos. Organizamos visitas privadas aos produtores antes das multidões, provas julgadas pelas próprias famílias e mesas no coração de cada celebração.
Canela: catedrais, cânions e o Caracol
A dez minutos de Gramado, Canela concentra o drama da região: a Catedral de Pedra a erguer as suas agulhas góticas acima dos pinheiros e a Cascata do Caracol a cair 131 metros sobre falésias de basalto no Parque do Caracol, uma das grandes quedas de água do Brasil. Organizamos acesso ao amanhecer antes de o parque abrir, os elevadores panorâmicos e miradouros com guia privado, passadiços na copa das árvores e tirolesas entre as araucárias para as famílias, e as maravilhas mais silenciosas para lá disso: o cânion da Ferradura sobre o vale do Caí e voos de balão à primeira luz sobre todo o planalto.
Em frente, até às Cataratas do Iguaçu
Da Serra, muitas das nossas viagens continuam para noroeste, até às Cataratas do Iguaçu, onde 275 quedas trovejam na fronteira de três países. Um curto voo privado liga os dois mundos, e o contraste é precisamente o ponto: da calma alpina para a água mais avassaladora do planeta. Organizamos o Hotel das Cataratas dentro do parque, os passadiços ao amanhecer antes de os portões abrirem, passagens de helicóptero sobre a Garganta do Diabo e, quando o perfil o exige, proteção em Foz do Iguaçu, para que o grande circuito brasileiro corra sem costuras, da vinha à queda de água.
O charme da Europa. A alma do Brasil.
Diga-nos as datas e quem viaja, e construímos a serra à sua volta: villa, caves, festivais, o fogo de chão gaúcho e cada estrada de montanha, de ponta a ponta. Consulta confidencial, em todo o mundo.
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